Paulo Camelo

Poesia é sentimento. O resto é momento.

Textos

Que me desculpe Aldebarã
Que me desculpe Aldebarã neste momento,
entanto eu tenho que esquecer que o seu passado,
eu sei que em nada assemelhando – bem notado –
ao de um partido presunçoso e bem nojento,

emite a luz deste universo em movimento,
e, por estar no seu final, mostra a vermelha
e fraca luz, que tem passado onde se espelha
a eterna força que dá vida e tange o vento.

E me desculpe, Aldebarã, mas o vermelho
aqui mostrado em outra estrela nada diz
dessa energia, dessa força, dessa luz.

Um tal partido, assemelhando um escaravelho,
embola tudo, e se enlameia em atos vis,
e o pobre povo inda acha pouco e se seduz.

31/12/2014
Paulo Camelo
Enviado por Paulo Camelo em 04/01/2015
Alterado em 03/05/2015
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Autor: Paulo Camelo - www.camelo.recantodasletras.com.br). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.


Comentários

Site do Escritor criado por Recanto das Letras