

Soneto 102 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo O meu amor é forte, embora pouco ele pareça, fraco, que eu não amo; ele é vendido assim, parece louco, entanto o mostro ao mundo, e assim proclamo. E, se era novo, amor de primavera, eu costumava expô-lo na canção, qual Filomela faz em sua espera e a flauta cala, e canta no verão. Não que o verão se mostre diferente aos hinos tristes no calar da noite. A música selvagem, num repente, é doce encanto, é um querido açoite. E, como a noite, eu calo, porque não desejo usar a força da canção. 23/10/2025
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 24/10/2025
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