

Soneto 61 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo Será que tu manténs, por teu desejo, o peso nos meus olhos, sem que eu durma? E, quando o sono vem, quando eu me vejo, as sombras se mantêm, fazendo turma? O estranho jeito de bisbilhotar longe de casa a fim de descobrir os meus deslizes longe do meu lar será ciúme,é jeito de se agir? Mas não! Embora grande, ainda é manso o teu amor; eu vivo, então, desperto. O verdadeiro amor vence o descanso e, para ti, eu sempre estou por perto. E, enquanto acordas longe, eu te vigio; o meu olhar não ficará vazio.
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 13/11/2025
Alterado em 05/05/2026 Comentários
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