

Soneto 111 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo Por minha causa acusas a fortuna a ser culpada por maus atos meus, não muda a minha vida que eu a puna, os meus bons modos não virão nos seus. O resultado é que meu nome marca e se aniquila a minha natureza, o tintureiro bom, mas tinha parca, então me tenhas pena, com certeza. Eu beberei, qual dócil paciente, essas poções que curam todo o mal. Não guardarei rancor, resiliente, e em dupla penitência ou dose igual. Tenha-me pena, amigo, eu asseguro: a sua compaixão basta, eu me curo.
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 26/12/2025
Comentários
|