

Soneto 147 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo Como uma febre, o meu amor anseia esse alimento que meu mal sustenta, haurindo tudo que lhe manda a veia, em apetite incerto se acalenta. A médica do amor, minha razão, por suas prescrições fácil se irrita e agora, em desespero, tem noção da morte, que em desejo tanto evita. Estou além da cura e, com razão, meus pensamentos, num discurso louco, em frenesi crescente tornam vão todo o processo, me restando pouco. Eu te vi bela,eu te encontrei brilhante; entanto, és noite escura, em mim marcante.
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 06/03/2026
Alterado em 08/03/2026 Comentários
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