

Soneto 70 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo Não tenhas a calúnia por defeito e entendas que é por conta da beleza o tratamento, e saibas que é suspeito um ato que denigre a realeza. Uma calúnia assim apenas prova o quanto essa beleza é cortejada. O vício corrosivo não renova em si, numa beleza imaculada. Houve emboscada em tua juventude e ali foste atacada sem, contudo, haver sucesso em pérfida atitude; o teu louvor se superava em tudo. Um mal suspeito não te esconde o rosto e em ti somente o belo está exposto.
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 21/03/2026
Alterado em 05/05/2026 Comentários
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