

Sem ti
Vivendo um pouco aqui, um pouco ali,
sou nômade, fujão, sou quase tudo, eu não esqueço o teu amor, contudo, eu não consigo me esquecer de ti. Fujo do mundo, fujo das tensões, nos infindáveis dias sem te ver, mas não consigo nunca te esquecer, mesmo que sobrevenham mil verões. A minha vida é um padecer sem ti, cruzando mares, campos numa fuga imaginária que só causa dor. Talvez depois de tudo que eu sofri eu volte a ver que a solidão conjuga um verbo imaginário em teu louvor.
Paulo Camelo
Enviado por Paulo Camelo em 09/04/2026
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