

Soneto 58 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo Que Deus, que fez de mim escravo teu, me faça controlar meu pensamento em teus momentos de prazer, pois eu, sendo vassalo, obrigo-me ao momento, e deixe-me sofrer, se a ti me entrego, à tua liberdade aprisionado, e, dócil ao momento que carrego, agüente a injustiça sem enfado. Onde estiveres, mostras fortaleza e podes o teu tempo controlar. No que quiseres tenhas, pois, certeza: o teu pecado sabes perdoar. Embora a espera torne-se um inferno, o teu prazer, a mim, é bom, eterno.
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 01/05/2026
Alterado em 05/05/2026 Comentários
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