

Soneto 54 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo Como a beleza se parece bela, e que ornamento mostra-se em verdade! A rosa tem beleza e é tão singela, e seu aroma é doce, sem vaidade. As flores, quando nascem do estrume, exibem cor profunda, igual à rosa, em seus espinhos, também têm perfume, ocultas no verão, versão ditosa. Entanto, essa virtude é aparência; elas, desrespeitadas, mostram ter a vida breve, morrem sem clemência, enquanto o aroma irá permanecer. Assim também o encanto é mais você, que mostra em versos o que não mais vê.
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 03/05/2026
Alterado em 12/06/2026 Comentários
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