

Soneto 41 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo Por erros que comete a liberdade, estando ausente do teu coração, convém, pela beleza e pela idade, onde estiveres, segue a tentação. Tu és gentil, talvez eu te conquiste, és bela, uma beleza assediada, e, quando alguém corteja, quem desiste e deixará de lado essa empreitada? Assim, talvez tu possas te afastar, negando essa beleza, a juventude, a conduzir, talvez, te controlar, forçando-te a mudar tua atitude. Ou tentas, por beleza, tanto assim, ou, por beleza, és infiel a mim.
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 08/05/2026
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