

Soneto 43 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo Mais fecho os olhos, bem melhor eu vejo, entanto as coisas más têm vez também. Mas, quando eu durmo, o sonho faz cortejo e na escuridão teu brilho vem. E tu, com tua sombra que ilumina e lhes dá forma, a se mostrar feliz, com dia claro, a tua luz fascina e aos cegos brilha tanto, e tanto diz! Louvados sejam os meus olhos, pois, ao te fitarem, bem à luz do dia, ou mesmo à noite, ou mesmo bem depois, durante o sono, a tua face é guia. Os dias viram noite ao não te ver e as noites brilham ao te conhecer.
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 10/05/2026
Comentários
|