

Soneto 1 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo Das belas rosas vemos um futuro em outras rosas, sem jamais morrer. Mas o futuro de uma vida é duro ao não deixar herdeiro em seu viver. Mas tu não pensas nisso, indiferente, à tua luz não dás continuidade, e a fome então se instala, então se sente; és tu teu inimigo em tal maldade. Agora és ornamento do teu mundo, arauto de vistosa primavera. Enterras tua vida em chão profundo e desperdiças tudo em vã quimera. Então, sê teu glutão, tem piedade, ou tem, no mundo, o fim da eternidade.
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 11/05/2026
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