

Soneto 26 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo Razão do meu amor, a quem me entrego, unindo teu valor a meu dever, a ti escrevo e digo, pois não nego, o testemunho desse meu viver. É meu dever mostrar que a inteligência em expressar o meu amor é falha, e espero merecer essa clemência, enquanto, eu nu, minha alma se atrapalha. Até que, então, me guie qualquer estrela e aponte a mim um porte gracioso, eu vivo o meu amor menor, sem trela, e me apresento doce, respeitoso. Então, posso mostrar como eu te amo até que entendas, pois não mais reclamo.
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 27/05/2026
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