

Soneto 33 de William Shakespeare
Autor: William Shakespeare
Tradução: Paulo Camelo Em muitos dias de sol forte eu vi os cumes das montanhas, à distância, os prados verdesjantes, e aprendi a ver riachos claros, a elegância em nuvens no painel celestial que se deslocam, numa imagem triste, e o desolado mundo, em cena igual, fugindo da desgraça que inda insiste. Assim, meu sol, que na manhã brilhou, com seu calor, sublime, triunfante, em uma hora apenas se apagou atrás da negra nuvem, num instante. O meu amor, contudo, tudo aceita. E o mundo cala quando o sol se deita.
Paulo Camelo e William Shakespeare
Enviado por Paulo Camelo em 06/06/2026
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